23 de ago de 2014

Pareidolia: "ver" rostos e imagens sagradas em objetos / Pareidolia: "seeing" faces and sacred images in objects

Biologia-Vida | Photos: Balakrishnan/Nurul Iman Supardi/Shahnaz Parvin/SideView/Raj Dhage/odonatah
Vê rostos de homens nos insetos? E nos outros objetos dessas fotos?
Isso se chama pareidolia: um fenômeno psicológico onde, com estímulos visuais/sonoros, somos capazes de “enxergar” ou simplesmente criar um sentido para algo abstrato que se encaixe nos padrões criados pelo cérebro, que é uma máquina de criar e identificar padrões e não aceita ver ou ouvir algo que não pode se encaixar nesses padrões. Costumamos ver rostos porque temos uma predisposição para isso desde bebês, mas muitas formas distintas acabam ganhando um significado social sem necessariamente ser aquilo, por exemplo as imagens de figuras sagradas que frequentemente são encontradas pelo mundo. Esse, digamos, "reflexo"seria vantajoso na natureza, onde é melhor prevenir e julgar que um vulto que você viu seja um animal perigoso e fugir dele, mesmo que no fim não o fosse, do que correr o risco de ser comido, por isso é mais vantajoso ver um excesso de padrões mesmo onde eles não existam do que negligenciá-los e correr riscos desnecessários. 

See the men faces in the insects? What about in the objects on these other photos?
This is called pareidolia: a psychological phenomenon in which, with visual/sound stimulus, we are able to "see" or simply create a sense for something abstract that fits the patterns created by the brain, which is a machine to create and identify patterns and not accept see or hear something that might not fit these patterns. We often see faces because we have a predisposition to this since babies, but many different forms end up gaining a social meaning without necessarily being that, for example the images of sacred figures that are often found around the world. This, say, " reflection" would be advantageous in nature, where you could see a figure and judge that what you saw is a dangerous animal and get away from him, even if it wasn't, than to run the risk of being eaten by it, is more advantageous to see an excess of patterns even where they do not exist than to neglect them and take unnecessary risks .
Painting by Oleg Shuplyak
Sources: BBC NewsEscriba Cafe / HypeScience
Postado por Thalita Morais